No ensino médio conhecemos várias pessoas, e entre elas sempre há alguém com quem nos identificamos mais, que por determinadas características nos chamam mais atenção. E isso aconteceu comigo.
De início eu à achava estranha, não pelo físico mas pela personalidade que se mostrava meio extravagante. Mantive uma certa distância por acreditar que jamais me identificaria com uma pessoa que aparentemente era tão diferente de mim, mas não funcionou. Houve uma situação em que precisei me aproximar e de acordo com que o tempo iria passando eu enxergava um menina incrível... sua história, suas experiências, seu modo de pensar e de agir, tudo isso me fez com que eu mudasse totalmente minha opinião e ainda me ensinou a nunca ter um conceito pré definido em ralação a alguém. O nome desse docinho é Rosângela, dessa linda batalhadora e sonhadora que eu ADORO e que jamais, em hipótese alguma me permitirei correr o risco de perder sua amizade.
Infelizmente a saudade pela distância machuca, eu não posso negar que sinto falta das vezes que andávamos pelos corredores da Escola rindo, conversando, bagunçando, discutindo sobre provas e trabalhos e falando dos garotos (eu quem falava do tamanho da bunda dos meninos).
Há! tinha também as vezes que eu saía do meu lugar e passava as cinco horas de aula dividindo a carteira com ela, o dia que ela veio na minha casa e amou a sopa da minha mãe, os pratos gigantes de lanche que a gente comia na hora do intervalo na escola, nunca esquecerei disso. Em fim, Te amo muito Rosa! e independentemente de qualquer coisa eu sempre estarei aqui por você.